o som sem fim da madrugada que nasce
as luzes, enfim, não mais do sol que arde
um filme em preto-e-branco passa
o tempo teme a aurora vermelha e amarela
correndo atrás de tigres na selva
atrás do teu trompete
trocando lágrimas aos olhos de anjos
traz latência na sala de espera,
última lástima antes da saliência [...]
Posts de Abril, 2008
coração: invólucro de almas perdidas
Publicado em poesia em Abril 3, 2008 | 1 Comentário »